Construção da voz pública de uma artista têxtil que queria sair do anonimato sem virar ‘criadora de conteúdo’.

A artista vendia tudo o que produzia, mas dependia de revendas e indicações. Queria autoridade sem performar nas redes.
Encontrar um tom público que respeitasse seu trabalho silencioso de ateliê e ainda assim a posicionasse como referência.
Definição de três territórios editoriais: matéria, gesto e linhagem.
Calendário de publicação enxuto — duas peças por semana, sem reels diários.
Estrutura de carta mensal para coleções e listas de espera.
Acompanhamento de seis meses com revisão quinzenal.